O estresse reduzido está no topo da lista e também é citado o fato de permanecer mais ativo e ter uma rotina regular.
Numerosos estudos ao longo dos anos mostraram que um animal de estimação pode proporcionar conforto, companhia, atividade e apoio emocional a idosos (e pessoas de qualquer idade).
Segundo um estudo de 2019 encomendado pela AARP e pelo Michigan Medicare, 79% dos idosos entrevistados sobre os benefícios de ter a companhia de um animal mencionaram a redução do estresse como o principal deles.
Ser mais ativo foi mencionado por 64%, enquanto 62% consideraram que uma rotina regular era o melhor benefício de ter um animal de estimação para cuidar.
Pouco mais da metade dos idosos pesquisados (51%) disse que ter um animal de estimação os fazia se sentir mais protegidos. E 34% disseram que ter um animal de estimação tirou a dor de cabeça.
Em uma pesquisa de 2014 da AARP, os idosos foram questionados sobre o que os tornava mais felizes. 66% disseram ter acompanhia de um animal.
Palavra de especialista
Ter um animal de estimação “aumenta o engajamento social, eleva o humor, fornece um motivo para permanecer em melhor forma física e pode ser um preditor positivo de sobrevivência”, de acordo com Amy Stone, professora assistente clínica da Universidade da Flórida e veterinária da UF Faculdade de Medicina Veterinária.
Stone disse que “observou pessoalmente um aumento de humor (menos solidão), um desejo de ficar em melhor forma para poder cuidar do animal e um senso de propósito” por idosos que desejam cuidar de seus animais de estimação.
Nem sempre é necessário possuir um animal de estimação para ter um relacionamento com ele, observa Stone. Os idosos podem cuidar de animais comunitários, ser voluntários em abrigos ou clínicas veterinárias.
Fonte: TampaBay
Ela se aposentou e foi morar com a Luna
Luna já tinha passado por dois abrigos e estava apenas a 4 meses em seu novo segundo lar quando viu seu tutor tirar a própria vida.
A família ficou em frangalhos com essa trajédia e até que se reorganizasse, o destino de Luna era incerto. Tentaram uma nova adoção por dois meses, mas ninguém quis ficar com a cadelinha.
A sogra do seu antigo tutor, penalizada e aconselhada pelos amantes do animais da família aceitou a experiência de leva-la para sua nova casa, onde iria viver agora sozinha depois de sua aposentadoria.
Margarida é a mãe dessa blogueira que lhes escreve. Nunca se deu bem com gatos, porque é alérgica. Mas agora tá “um nojo” com sua Luna. Seu cardiologista foi o primeiro a aprovar a adoção: ” a Luna é sua personal trainer: passear com ela todos os dias vai manter seu colesterol e sua pressão em equilíbrio.”
Luna tem agora uma casa própria na garagem de Margarida e uma suite no quintal. É amada por Açucena, sua neta e até sai de carro para passear no parque de vez em quando.
