Criar uma rotina estável é essencial para a saúde física e emocional dos pets. Os cães e gatos se sentem mais seguros quando vivem em um ambiente previsível, e a ausência de rotina pode gerar ansiedade, comportamentos destrutivos e até problemas de saúde.
Doenças silenciosas em cães: como identificar sinais sutis e proteger a saúde do seu pet
Tosse leve, perda de apetite esporádica, sonolência fora do habitual... Sintomas discretos como esses podem ser os primeiros sinais de doenças silenciosas em cães. Essas enfermidades se desenvolvem de forma lenta e quase imperceptível, comprometendo órgãos vitais e impactando diretamente a qualidade e a expectativa de vida dos animais.
Quais tipos de som os animais gostam de ouvir?
Um estudo publicado na revista Physiology & Behavior mostrou que cães expostos à música clássica passaram mais tempo deitados e em repouso, comportamento associado à redução de estresse em abrigos.
Doenças no fígado de pets podem passar despercebidas. Descubra como identificar!
Seu pet anda mais quieto, perdeu o apetite ou está com a barriguinha inchada? Esses sinais podem indicar algo mais sério do que um simples mal-estar. A dra. Elídia Zotelli, veterinária do AmarVet’s Hospital Veterinário, alerta para os perigos das doenças hepáticas, muitas vezes silenciosas no início, mas com potencial de comprometer gravemente a saúde dos animais.
Como ajudar o pet a interagir com o mundo?
A socialização não pode ser forçada: a paciência do tutor e o respeito ao tempo do animal são fundamentais para que o processo seja realmente eficaz, e os snacks funcionam como uma ponte de confiança. Quando usados corretamente, os petiscos transformam experiências desafiadoras em momentos prazerosos e ajudam cães e gatos a interagirem de forma mais segura e saudável com o mundo ao seu redor.
Pode dar remédio de gente para gato ou cachorro?
Muitos tutores, por desconhecimento ou na tentativa de agir rapidamente diante de um desconforto do animal, recorrem à automedicação utilizando princípios ativos indicados para seres humanos, sem compreender que, mesmo quando o fármaco é o mesmo, as doses, as vias de administração e os efeitos colaterais podem ser extremamente diferentes entre as espécies.
Mulheres lideram adoção responsável no Brasil, aponta pesquisa
A pesquisa também revela que 36% cresceram em famílias que sempre adotaram, o que reforça que a cultura da adoção pode ser transmitida entre gerações. Além disso, muitas tomam a decisão de adotar ao se deparar com um animal necessitado – 34% mencionaram essa motivação como principal razão para acolher um pet. Saiba mais aqui.
ARTIGO | Os filhos estão sendo substituídos por pets?
A relação com o pet não está necessariamente ocupando o lugar de um filho. Ela ocupa o lugar que a própria pessoa construiu, e que faz sentido dentro do seu contexto de vida. Às vezes, esse vínculo é o mais estável, mais previsível e mais acessível que ela tem. E isso não a diminui. Pelo contrário: revela o quanto ela é capaz de amar, cuidar e se comprometer, ainda que o outro tenha quatro patas. Por Juliana Sato*
Socialização felina: como o cuidado emocional transforma a vida de gatos resgatados e aumenta as chances de adoção
Nem todo gato resgatado está pronto para o colo. Muitos chegam aos abrigos assustados, com sinais de traumas e precisam de um processo cuidadoso e contínuo de socialização para voltarem a confiar em humanos. Esse histórico pode gerar dificuldades para se socializar mesmo em ambientes seguros. Na ONG Confraria dos Miados e Latidos, que hoje acolhe mais de 50 gatos tímidos ou temperamentais, esse trabalho vai além do cuidado físico, envolve escuta, paciência e um olhar atento para a linguagem corporal dos felinos. Saiba mais aqui.
Depressão e ansiedade em animais: saiba diferenciar e como ajudar os pets
Para cada 10 pets, quatro apresentam algum quadro de ansiedade, depressão ou autoflagelação. Essa é a média relatada por Cleber Santos, especialista em comportamento animal e CEO da Comport Pet.