doenças-silenciosas-em-caes

Doenças silenciosas em cães: como identificar sinais sutis e proteger a saúde do seu pet

Tosse leve, perda de apetite esporádica, sonolência fora do habitual... Sintomas discretos como esses podem ser os primeiros sinais de doenças silenciosas em cães. Essas enfermidades se desenvolvem de forma lenta e quase imperceptível, comprometendo órgãos vitais e impactando diretamente a qualidade e a expectativa de vida dos animais.

como-indentificar-doença-no-figado-em-pets

Doenças no fígado de pets podem passar despercebidas. Descubra como identificar!

Seu pet anda mais quieto, perdeu o apetite ou está com a barriguinha inchada? Esses sinais podem indicar algo mais sério do que um simples mal-estar. A dra. Elídia Zotelli, veterinária do AmarVet’s Hospital Veterinário, alerta para os perigos das doenças hepáticas, muitas vezes silenciosas no início, mas com potencial de comprometer gravemente a saúde dos animais.

como-socializar-um pet

Como ajudar o pet a interagir com o mundo?

A socialização não pode ser forçada: a paciência do tutor e o respeito ao tempo do animal são fundamentais para que o processo seja realmente eficaz, e os snacks funcionam como uma ponte de confiança. Quando usados corretamente, os petiscos transformam experiências desafiadoras em momentos prazerosos e ajudam cães e gatos a interagirem de forma mais segura e saudável com o mundo ao seu redor.

pode-dar-remedio-de-gente-para-gato

Pode dar remédio de gente para gato ou cachorro?

Muitos tutores, por desconhecimento ou na tentativa de agir rapidamente diante de um desconforto do animal, recorrem à automedicação utilizando princípios ativos indicados para seres humanos, sem compreender que, mesmo quando o fármaco é o mesmo, as doses, as vias de administração e os efeitos colaterais podem ser extremamente diferentes entre as espécies.

juliana-sato-psicologa-luto-pet

ARTIGO | Os filhos estão sendo substituídos por pets?

A relação com o pet não está necessariamente ocupando o lugar de um filho. Ela ocupa o lugar que a própria pessoa construiu, e que faz sentido dentro do seu contexto de vida. Às vezes, esse vínculo é o mais estável, mais previsível e mais acessível que ela tem. E isso não a diminui. Pelo contrário: revela o quanto ela é capaz de amar, cuidar e se comprometer, ainda que o outro tenha quatro patas. Por Juliana Sato*

Socialização felina: como o cuidado emocional transforma a vida de gatos resgatados e aumenta as chances de adoção

Nem todo gato resgatado está pronto para o colo. Muitos chegam aos abrigos assustados, com sinais de traumas e precisam de um processo cuidadoso e contínuo de socialização para voltarem a confiar em humanos. Esse histórico pode gerar dificuldades para se socializar mesmo em ambientes seguros. Na ONG Confraria dos Miados e Latidos, que hoje acolhe mais de 50 gatos tímidos ou temperamentais, esse trabalho vai além do cuidado físico, envolve escuta, paciência e um olhar atento para a linguagem corporal dos felinos. Saiba mais aqui.