Cada vez mais, o pet assume um papel fundamental nas famílias e nos lares brasileiros, e a exigência por espaços pet friendly só aumenta, inclusive em viagens
Ano após ano, a importância da relação humano-animal cresce no mundo todo e, no Brasil, não é diferente. O país hoje tem uma quantia expressiva de famílias multiespécie — termo utilizado para famílias compostas por pessoas e animais de estimação.
Segundo levantamento realizado pelo IBGE em 2020, a cada 100 famílias brasileiras, 44 têm cachorros e apenas 36 possuem crianças até a faixa dos 12. Além disso, há também uma indicação na diminuição da taxa de natalidade e aumento no número de adoções de pets — realidade que já vem acontecendo no mundo todo.
“Estas transformações de comportamento estendem o zelo e o cuidado com os animais de estimação para a sociedade como um todo”, explica Marcela Cerda, Gerente de Comunicação e Sustentabilidade da Mars. “Temos a intenção agora de ampliar os benefícios de se ter um animal de estimação por perto para todas as pessoas, fazendo com que eles sejam cada vez mais incluídos na sociedade e valorizados não apenas por quem já tem um melhor amigo de quatro patas”, completa Marcela.
Para exemplificar esses novos comportamentos, a empresa apresenta alguns dados relevantes de pesquisas e estudos recentes que comprovam essas transformações:
- Crescimento de adoção no Brasil
Dados realizados pelo programa PEDIGREE® Adotar é Tudo de Bom junto com a ONG AMPARA Animal mostram que houve um crescimento de 13% no número de adoções em 2021.
Em 14 anos de projeto, a PEDIGREE®, que pertence ao grupo Mars, já auxiliou mais de 200 mil cachorros no Brasil por meio de adoções, castrações, doações de ração e atendimento veterinário para diversas ONGs e protetores independentes de animais cadastrados no programa. Só em adoções, o programa intermediou mais de 78 mil.
Segundo pesquisa encabeçada pela Mars, houve um aumento de 3,6% da população de gatos e 2,8% de cães nos lares brasileiros.
E se você adotou, sabe que sua vida jamais será a mesma. São outros cuidados, outras prioridades e uma responsabilidade enorme.
- Novos espaços para o pet em casa: espaço externo e interno são compartilhados
Há um tempo, os cachorros eram permitidos somente na parte externa da casa: quintal, garagem, como espécies de guardiões do território. Hoje, os pets estão em todo o lugar, inclusive em cima das camas e dormindo com seus tutores. Muitos deles até relatam que dormem melhor quando seu pet está junto.
Se você adotou recentemente, sabe muito bem dessa nova realidade e já percebeu que o sofá jamais será o mesmo, assim como a sua roupa de cama também!
- Animais de estimação auxiliam nos cuidados mentais dos humanos
Já foi comprovado que pets ajudam na saúde mental. Pessoas com sintomas de depressão, ansiedade, estresse, entre outros quadros, podem se beneficiar, já que os bichinhos transmitem sensação de segurança e bem-estar, além de também nos colocar no papel de cuidadores, em que temos que nos responsabilizar e zelar pelo bem-estar do outro.
Um estudo global da Mars, realizado com mais de 13 mil tutores de cães e gatos, para o Censo de Animais de Estimação de 2020, mostra que 99% dos tutores de cães e 96% dos tutores de gatos acreditam que seu animal de estimação trouxeram impactos positivos nas vidas pessoal e profissional deles, quando relacionadas à saúde mental.
Se você adotou recentemente, já sente diferença no astral aí na casa, não é mesmo?
- “Filho de quatro patas” é o novo “O melhor amigo do homem”
A conexão entre pessoas e animais de estimação era sempre colocada como “companheirismo” e “parceria” — daí o clássico “melhor amigo do homem”. Atualmente, essa definição tem se transformado — hoje, usamos termos mais ligados a relação de família, como “filho de quatro patas”.
Psicólogos mostram que a influência emocional da convivência com os animais pode acontecer de diferentes formas. Por exemplo, os pets podem suprir a falta de um irmão ou irmã para os filhos únicos, ou ainda ser companheiros importantes em casos de separação conjugal.
Ainda ressaltam a importância de conviver com algum tipo de companhia animal, porque ajudam a desenvolver outros estímulos afetivos. Pesquisa publicada pela revista Science aponta que os cachorros amam seus donos com o mesmo amor do bebê por sua mãe e que essa troca de carinho e brincadeiras produz fortes doses de oxitocina, que é chamada de hormônio do amor.
A pesquisa da Mars também mostrou que 72% dos entrevistados tutores de cães e 32% dos tutores de gatos admitiram que já cancelaram planos para poderem ficar com seus animais de estimação. Outra pesquisa do Booking.com mostra que as pessoas estão condicionadas a pagar mais caro por uma hospedagem, se o lugar aceitar pets.
- Quem adota, já se adapta à vida de pet influencers
Divulgar a chegada dos queridos animais de estimação tem se tornado uma febre nas redes sociais e os perfis de pets têm dominado o Instagram — cerca de 17% ganharam um perfil próprio nas redes sociais. Os pets têm protagonizado produção de conteúdo digital bastante diversificada, que vai desde mostrar coisas rotineiras como dormir, comer e passear até vídeos elaborados, engraçados e educativos dos animais nas mais diversas situações. A criatividade nunca esteve tão aflorada para mostrar tanta fofura e eles são hoje verdadeiras estrelas das redes sociais.